No princípio da década de trinta, Lamartine Babo mantinha correspondência com uma jovem mineira chamada Nair, residente na cidade de Dores de Boa Esperança. Certo dia, ao visitar a cidade, Lamartine veio a saber que, na verdade, quem se correspondia com ele era um admirador seu, o dentista Carlos Alves Neto, que utilizava o pseudônimo de Nair, nome de uma menina, sua sobrinha. Segundo amigos, Lamartine ficou muito decepcionado. Em homenagem à imaginada Nair, Lamartine Babo compôs o samba-canção Serra da Boa Esperança